domingo, 2 de outubro de 2011

The End.

Fui descoberta. Ao que parece, enquanto estou eu em Coimbra a escrever sobre as muitas saudades que tenho de casa e do meu namorado, a minha mãe e as amigas regozijam-se a ler. Pois que isto não pode continuar (até porque, querida mãe, vou querer escrever sobre coisas que não quero que leias; já agora, ainda bem que não vim escrever sobre a bebedeira que já apanhei - estou a brincar, calma!), e, portanto, vou ter de mudar-me. Este é, oficialmente, o último post deste cantinho. Oh, lá terei eu de recomeçar tudo - isto custa um bocadinho. Mas pronto, beijinhos para os meus poucos leitores, vemo-nos por aí. :-)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Coração pequenino.

Nunca tive tantas saudades de casa. Estou a contar as horas e os minutos e os segundos para ser de manhãzinha e eu ver-me, finalmente, a caminho. Este tempinho fora de casa pareceu-me eterno (até acho que já me sinto cheiinha de saudades desde que aqui cheguei); vai ser sempre assim? É que sinto o coração tão pequenino e um nó na garganta... Nunca pensei que custasse tanto estar assim, longe.

Secret Thoughts #6

Se antes me queixava de ver só caras conhecidas, agora queixo-me de ver caras desconhecidas.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Feelings.

O sentimento é ambivalente. Se por um lado morro de saudades de casa e das minhas pessoas, por outro sinto-me fascinada a viver uma vida completamente nova. Aqui tenho de ir às compras sozinha; não posso esperar que outra pessoa me faça a cama ou cozinhe para mim; não posso esperar que alguém me vá buscar seja onde for; descubro a cidade com pessoas que conheci à duas horas atrás; partilho o quarto com alguém que me é totalmente desconhecido. E depois tenho de descobrir tudo sozinha, as regras da residência, as regras da faculdade, os novos professores e os novos métodos de ensino. Sem facilitismos. Até é bom viver numa cidade completamente nova:  há sempre o sentimento do "ah! ainda não tinha visto isto";  pelo menos por enquanto. Mas há ainda momentos em que me sinto um bocadinho em baixo, a querer largar tudo e correr para os braços dele; sinto tanto a tua falta a todas as horas! Era tudo tão mais fácil se eu pudesse pegar em pelo menos dois amigos e no meu namorado... Mas vai-se vivendo :-)

domingo, 25 de setembro de 2011

Mudanças.


Hoje tive aquela sensação de quase ter de me sentar em cima da mala para que fechasse. É tão estranho: eu a pôr em malas as coisas que fazem parte desta casa. E mais estranho ainda é pensar que a minha morada passará a ser Coimbra. Queria poder levar algumas pessoas agarradinhas a mim... enquanto isso, vou-me sentindo um bocadinho feliz por ver a minha vida a ganhar futuro. É bom, não é? :-)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A Letter to You.


Não quero que algum dia tenhas de te perguntar pelo que nos mantém juntos... eu quero que tenhas cada vez mais a certeza de que é comigo que tens de ficar, ainda que sejam tantos os quilómetros que nos separam. E promete que as coisas não vão ficar estranhas entre nós. Promete que vais ter sempre tanto para me dizer, que vais sempre sentir que as horas não passam para me poderes ver e beijar. Vou sentir tanto a falta dos teus beijos… E nunca te esqueças das coisas que me disseste… e por favor, não sejas capaz de as dizer a outra pessoa.


Já sinto um nó na garganta só de pensar que me vou despedir de ti todas as semanas...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Jura.

Não vai haver um novo amor, tão capaz e tão maior. Nunca, prometo. Não sabes como me custa pensar em ir para longe de ti. Mas não vai haver um novo amor, nunca.